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Aula sobre:
O núcleo das células
Experiência de Balbiani
Forma, tamanho e número de núcleos
Componentes do núcleo
Os cromossomos humanos
Mutações cromossômicas
Determinações cromossômicas do sexo


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Sistema reprodutor masculino e feminino


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SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

O sistema reprodutor feminino é formado pelas gônadas (ovários) que produzem os óvulos, as tubas uterinas, que transportam os óvulos do ovário até o útero e os protege, o útero, onde o embrião irá se desenvolver caso haja fecundação, a vagina e a vulva.

Ovários
Os ovários são órgãos sexuais primários, produzem os óvulos e os hormônios sexuais femininos estrógeno e progesterona. Os ovários possuem o tamanho aproximado de uma azeitona.
A camada mais externa de tecido é chamada de córtex e possui milhares de células, que são os óvulos imaturos, chamados de folículos primários, que completam seu desenvolvimento durante a ovulação.

Tubas uterinas
As tubas uterinas são formadas pelas seguintes partes: a mesoalpinge é a região onde ela se prende no útero, o istmo é a porção medial que se abre o útero e a ampola é a região onde ela sofre uma curvatura para encontrar o ovário.
Próximo ao ovário exixtem fímbrias movimentam-se, carregando o óvulo pelo interior da tuba uterina, com o auxílio das células ciliadas presentes na região e também de contrações musculares da parede.

Útero
O útero possui a forma de uma pera invertida, é musculoso e oco. Na sua região superior/lateral está ligado com as tubas uterinas e na região inferior está ligado com a vagina. Está situado na cavidade pélvica, atrás da bexiga urinária e anteriormente ao reto.
O interior do útero é revestido por um tecido muito vascularizado e sua parede é formada por três camadas, que são as mesmas das tubas uterinas: serosa, miométrio e endométrio.
A serosa é formada pelo peritônio.
O miométrio encontra-se abaixo da serosa e é responsável por boa parte da espessura da parede uterina.
O endométrio é uma camada de células que reveste a cavidade uterina e tem uma participação muito importante durante a ovulação. Todo mês ele se torna mais espesso para receber o óvulo fertilizado. Caso não ocorra a fertilização, o endométrio que se desenvolveu é eliminado através da menstruação.



Vagina
A vagina é um canal musculoso que liga o colo do útero ate o exterior, na genitália. Próximo à entrada da vagina há uma membrana vascularizada, chamada hímen, que bloqueia a entrada da vagina total ou parcialmente e normalmente se rompe nas primeiras relações sexuais.
A mucosa vaginal possui pH ácido para impedir a proliferação de micro-organismos nesta região.
Na parede da vagina há células produtoras de muco para lubrificar a região durante a relação sexual, facilitando a penetração do pênis. Estas células são chamadas de glândulas de Bartolin.


Genitália feminina externa
A genitália feminina externa é chamada de vulva. Normalmente sua região mais externa é coberta com pelos.
É formada pelos grandes lábios, que envolvem duas pregas menores, chamadas de pequenos lábios e que protegem a abertura vaginal e circundam o clitóris. São altamente vascularizados.
O clitóris é um pequeno órgão, altamente sensível e corresponde a glande do pênis e é formado por tecido erétil.

Períneo feminino
É a região externa entre a vagina e o ânus.

Mamas e glândulas mamárias
As glândulas mamárias produzem o leite que servira de alimento para o recém-nascido. Também estão presentes nos homens, porém não produzem leite.
São formadas externamente pelo mamilo e aréola.
As glândulas mamárias são formadas por 15 a 20 lobos. É na puberdade, sob a ação dos hormônios que elas começam se desenvolver.


Ciclo Menstrual
Ciclo menstrual é o nome dos processos que ocorrem no sistema reprodutor feminino todo mês em decorrência da ação dos hormônios estrógeno e progesterona.
Fases do ciclo menstrual:

Fase menstrual
A menstruação é a eliminação do tecido endometrial, sangue, secreções e muco do útero, e dura de três a sete dias.

Fase proliferativa
Nesta fase há um aumento na produção de estrógeno e a parede do endométrio começa ficar espessa. O folículo primário amadurece e começa secretar progesterona. Ocorre a ovulação, próximo ao 14º dia após o início da menstruação.
Essa fase é chamada de proliferativa, pois as células do endométrio se proliferam e recebem vasos sanguíneos.

Fase secretora
Após a ovulação, o folículo que se rompeu sofre algumas transformações, tornando-se amarelado e recebe o nome de corpo lúteo, ou corpo amarelo. Sua função é produzir progesterona e estrógeno.
O endométrio está pronto para receber o embrião e está ricamente vascularizado. Por volta da 4ª semana, o corpo lúteo regride e cessa a produção de hormônios. Se não houver fecundação o endométrio é eliminado através da menstruação, iniciando um novo ciclo menstrual.





SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO

Os órgãos do sistema reprodutor masculino produzem os gametas por meio da gametogênese e são anatomicamente moldados para inserir estes gametas no sistema reprodutor feminino para que haja fecundação e continuidade da espécie.
As gônadas masculinas ou testículos, são órgãos sexuais principais, pois produzem os gametas e os hormônios que definem as características sexuais secundárias. O epidídimo, ducto deferente, vesículas seminais, próstata e pênis são chamados de órgãos sexuais acessórios.

Testículos

Os testículos são duas glândulas de forma oval, que ficam situadas na bolsa escrotal. Na estrutura de cada testículo encontram-se tubos finos e enovelados chamados tubos seminíferos. Nos testículos são produzidos os espermatozoides que são as células reprodutoras (gametas) masculina e diversos hormônios, entre eles, a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como os pelos, modificações da voz etc.

Epidídimo
Epidídimo é um canal alongado que se enrola e recobre parte da superfície de cada testículo; é o lugar onde os espermatozoides que acabam de ser formados são armazenados.

Ducto deferente
é um tubo fino e longo que sai de cada epidídio, passa pelas pregas ingual (virilha) através dos canais inguinais, segue sua trajetória pela cavidade abdominal, circunda a base da bexiga, alarga-se formando uma ampola, recebe o líquido seminal (proveniente da vesícula seminal), atravessa a próstata, que nele descarrega o líquido prostático e vai desaguar na uretra. O conjunto dos espermatozoides, do líquido seminal e do líquido prostático, constitui o esperma ou sêmen.

Vesícula seminal
A vesícula seminal são duas pequenas bolsas localizadas atrás da bexiga, que produzem o líquido seminal (secreção espessa e leitosa, que neutraliza a ação da urina e protege os espermatozoides, além de ajudar seu movimento até a uretra.

Próstata
A próstata é uma glândula, localizada sob a bexiga, que produz uma secreção clara e fluida que integra a composição do esperma.Canal deferente

Uretra
A uretra é um canal que serve ao sistema urinário e ao sistema reprodutor. A uretra vai do interior do pênis até a ponta da glande, onde há uma abertura pela qual o sêmen é eliminado. O pênis é um órgão cilíndrico externo, que contém grande parte da uretra

Pênis


O pênis é formado pelas seguintes partes: glande, prepúcio, corpo cavernoso, corpo esponjoso e bulbo. A glande é a extremidade do pênis, coberta por uma pele, chamada prepúcio. Os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso possuem espaços esponjosos que se enchem de sangue, causando a ereção. O canal da uretra passa por entre esses tecidos eréteis. O bulbo é a região alargada do corpo esponjoso, na sua região proximal (base do pênis).


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Fecundação e gravidez: cada passo


A fecundação acontece quando o espermatozoide (célula reprodutiva masculina) e o óvulo (célula reprodutiva feminina) encontram-se dentro do corpo da mulher, numa das trompas de Falópio.



Na seguinte animação, você acompanhará o processo da concepção - desde a liberação do óvulo pelo ovário feminino, até a sua implantação na parede do útero após a fecundação.





O que é fecundação?
Fecundação é o nome dado ao evento no qual ocorre a união entre o gameta masculino e o feminino: espermatozoide e ovócito secundário, respectivamente. Ele ocorre geralmente na tuba uterina, e em até trinta e seis horas após a ovulação.

Assista o vídeo abaixo que mostra o longo caminho que os espermatozoides percorrem até chegar ao óvulo. 



Como ocorre a fecundação?
Durante o ato sexual, na ejaculação, o homem libera, juntamente com o esperma, cerca de 350 milhões de espermatozoides. Esses, cuja formação se inicia somente na puberdade, se direcionam da vagina para o útero, e dele para as trompas, buscando atingir o gameta feminino, que exerce forte atração química sobre eles. Durante o percurso, muitos ficam para trás; e somente um, ou um número um pouco maior que esse, consegue atingir o ovócito.
Chegando ali, uma glicoproteína da zona pelúcida, chamada ZP3 se une ao gameta masculino, permitindo com que ele atravesse essa estrutura e atinja a membrana plasmática do ovócito, graças à ação de enzimas que ele é estimulado a liberar. Em seguida, proteínas da membrana plasmática do espermatozoide permitem a união entre as membranas de ambos, impedindo que novos espermatozoides se direcionem.
A cauda do espermatozoide se degenera, e seu cromossomo se condensa ao ovócito após este sofrer meiose. Depois, todo o zigoto sofre meiose, apresentando, ao final, 23 cromossomos maternos e 23 paternos.
Cerca de nove dias após a ovulação já há como detectar se a mulher está grávida ou não, já que, em caso positivo, a fecundação propicia a produção de gonadotrofina coriônica humana (HCG). Esta glicoproteína é liberada pelo corpo-lúteo, estrutura formada a partir do folículo ovariano, após a liberação do ovócito. Ela impede que o corpo feminino tenha novas menstruações e ovulações.

Passo a passo do desenvolvimento embrionário. 






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Aula completa de ECOLOGIA - Apostila e power point

Segue aula completa em power point super interativa e didática com todos os tópicos de ECOLOGIA. Deixo também uma apostila com anotações e atividades de Ecologia. 


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Planejamento pedagógico
conforme CBC de Biologia


Tópicos

- Introdução à Ecologia
- Conceitos básicos de Ecologia
- Cadeias e Teias alimentares
- Relações Ecológicas entre os seres vivos
- Sucessão Ecológica
- Os Biomas brasileiros
- Os seis maiores Biomas Mundiais
- Humanidade e Ambiente

HABILIDADES BÁSICAS
  • Reconhecer que a fotossíntese como fonte primária de biomassa.
  • Identificar o Sol como fonte primária de energia.
  • Analisar cadeias e teias alimentares e reconhecer a existência de fluxo energia e ciclo dos materiais.
  • Traçar o percurso dos produtos da fotossíntese em uma cadeia alimentar.
  • Identificar algumas espécies ameaçadas em ecossistemas brasileiros.
  • Relacionar a densidade e o crescimento da população com os padrões de produção e consumo e com a devastação ambiental provocada pela poluição do ar, água e solo e extinção de espécies.



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FOTOSSÍNTESE - Aula em power-point

Uma das maiores dificuldades de um bom professor de Biologia seja de ensino básico ou de ensino superior  é explicar para seus alunos a bioquímica da Fotossíntese.

Nesta postagem deixo uma super, aula toda cheia de animações, para você professor ou aluno realmente aprender as etapas da fotossíntese.


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Bioquimica - Mapa metabólico - Aula em power point

Apresentação em power point sobre o terror da Bioquímica, 
o mapa diabólico, ops! desculpa MAPA METABÓLICO.

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Aula sobre DST - Doenças sexualmente transmissíveis e História das relações sexuais (power point)

A aula abaixo sobre as principais DSTs. A aula é completa e possui imagens que realmente pode sensibilizar a todos sobre a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

Segue também duas apresentações em power-point mostrando a história das relações sexuais. Muito divertidas. Estas duas, foram feitas por um colega que palestrou na Escola Estadual Domingos Justino Ribeiro em novembro de 2014.

As aulas estão em power-point é só baixá-las nos links abaixo ( Você será direcionado para outra pagina e lá bastará clicar em fazer download).

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DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST)

As doenças venéreas, também conhecidas como DST ( Doenças Sexualmente Transmissíveis ) são infecções transmitidas através de relações sexuais. Vírus, fungos, protozoários e bactérias são os principais agentes causadores destes tipos de moléstias e são transportados pelo sêmen e por fluídos sexuais. Uma das principais formas para se evitar tais doenças é o uso correto e frequente de preservativos.
Estas doenças devem ser tratadas de forma rápida e correta, pois o desenvolvimento delas no corpo humano podem acarretar sérios problemas de saúde. Infertilidade, doenças neonatais, câncer anogenital, comprometimento do aparelho reprodutor e até mesmo a morte.

Segue abaixo uma relação das principais DSTs:

Sífilis
O agente causador da sífilis é uma bactéria conhecida como Treponema pallidum. No início, a doença ataca as vias urinárias e genitais, podendo, caso não tratada, espalhar-se para o sistema cardiovascular e nervoso. Gerando uma infecção generalizada, pode levar o doente a morte. Nas mulheres doentes, o aborto e o parto prematuro são algumas das consequências.

Gonorreia
Está doença ocorre após o contato com a bactéria conhecida por Neisseria gonorrheae. Causa uma grave inflamação na uretra e, quando não tratada, pode espalhar-se pelo sistema genital, vias urinárias, reto e articulações. Se não tratada corretamente, a doença se desenvolve, podendo levar o doente a outros problemas como, meningite, problemas cardíacos e artrite.

Clamídia
A bactéria Chlamydia trachomatis é o agente causador da doença. Ela ataca os canais urinários e sistema genital, causando inflamação nestas áreas. Se não tratada, pode chegar a uma infecção crônica, gerando a infertilidade no homem. Em mulheres, as complicações também são graves: infertilidade, dores pélvicas, formação de abscessos, entre outras complicações.

Tricomona
Esta doença é causada por um protozoário do gênero Trichomonas Donne. Este protozoário pode instalar-se nos sistemas genital e digestivo. Provoca quadros inflamatórios na uretra dos homens e no canal vaginal das mulheres. Embora não acarrete complicações mais sérias em sua fase evolutiva, a doença pode facilitar a disseminação da infecção por HIV.

Candidíase
Esta doença é uma das causas mais comuns de infecção genital. Os sintomas são coceira, ardor e corrimento vaginal semelhante à nata do leite. É mais comum em mulheres, causando inchaço e vermelhidão no órgão sexual feminino. As lesões podem se espalhar pela virilha. Apesar do mais comum ser a transmissão via relação sexual, existem outros fatores que colaboram para isso: uso de anticoncepcionais, antibióticos, obesidade, diabetes melitus, gravidez e uso de roupas justas. O principal agente da doença é o fungo Candida albicans.

Herpes genital
Causada pelo vírus herpes simplex (tipo 1 ou tipo2). Surgem lesões dolorosas, de tamanho pequeno, na região genital (mucosa e pele). O período de incubação do vírus é de, aproximadamente, 25 dias. 



AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)

A sigla AIDS significa. O vírus  da AIDS é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infectadas pelo vírus. Objetos contaminados pelas substâncias citadas, também podem transmitir o HIV, caso haja contato direto com o sangue de uma pessoa.
Após o contágio, a doença pode demorar até 10 anos para se manifestar. Por isso, a pessoa pode ter o vírus HIV em seu corpo, mas ainda não ter AIDS. Ao desenvolver a AIDS, o HIV começa um processo de destruição dos glóbulos brancos do organismo da pessoa doente. Como esses glóbulos brancos fazem parte do sistema imunológico ( de defesa ) dos seres humanos, sem eles, o doente fica desprotegido e várias doenças oportunistas podem aparecer e complicar a saúde da pessoa. A pessoa portadora do vírus HIV, mesmo não tendo desenvolvido a doença, pode transmiti-la. 

Formas de Contágio
A AIDS é transmitida de diversas formas. Como o vírus está presente no esperma, secreções vaginais, leite materno e no sangue, todas as formas de contato com estas substâncias podem gerar um contágio. As principais formas detectadas até hoje são: transfusão de sangue, relações sexuais sem preservativo, compartilhamento de seringas ou objetos cortantes que possuam resíduos de sangue. A AIDS também pode ser transmitida da mão para o filho durante a gestação ou amamentação.

Principais Sintomas da AIDS
Como já dissemos, um portador do vírus da AIDS pode ficar até 10 anos sem desenvolver a doença e apresentar seus principais sintomas. Isso acontece, pois o HIV fica "adormecido" e controlado pelo sistema imunológico do indivíduo. Quando o sistema imunológico começa ser atacado pelo vírus de forma mais intensa, começam a surgir os primeiros sintomas. Os principais são: febre alta, diarreia constante, crescimento dos gânglios linfáticos, perda de peso e erupções na pele. Quando a resistência começa a cair ainda mais, várias doenças oportunistas começam a aparecer: pneumonia, alguns tipos de câncer, problemas neurológicos, perda de memória, dificuldades de coordenação motora, sarcoma de Kaposi (tipo de câncer que causa lesões na pele, intestino e estômago). Caso não tratada de forma rápida e correta, estas doenças podem levar o soropositivo a morte rapidamente.

Formas de Prevenção
A prevenção é feita evitando-se todas as formas de contágio citadas acima. Com relação a transmissão via contato sexual, a maneira mais indicada é a utilização correta de preservativos durante as relações sexuais. Atualmente, existem dois tipos de preservativos, também conhecidos como camisinhas : a masculina e a feminina. Outra maneira é a utilização de agulhas e seringas descartáveis em todos os procedimentos médicos. Instrumentos cortantes, que entram em contato com o sangue, devem ser esterilizados de forma correta antes do seu uso. Nas transfusões de sangue, deve haver um rigoroso sistema de testes para detectar a presença do HIV, para que este não passe de uma pessoa contaminada para uma saudável.

Tratamento
Infelizmente a medicina ainda não encontrou a cura para a AIDS. O que temos hoje são medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa com a doença. Estes medicamentos melhoram a qualidade de vida do paciente, aumentando a sobrevida. O medicamento mais utilizado atualmente é o AZT ( zidovudina ) que é um bloqueador de transcriptase reversa. Embora eficientes no controle do vírus este medicamento provoca efeitos colaterais significativos nos rins, fígado e sistema imunológico dos pacientes.
Cientistas do mundo todo estão trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra a AIDS. Porém, existe uma grande dificuldade, pois o HIV possui uma capacidade de mutação muito grande, dificultando o trabalho dos cientistas no desenvolvimento de vacinas.

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Desenvolvimento do bebê durante a gestação normal


Da concepção até o nascimento muita coisa acontece...

Até 4 semanas
• Fecundação: penetração do espermatozóide no óvulo.
• Início da divisão celular.
• Chegada do ovo ao útero (7dias).
• Fixação do ovo na cavidade uterina (10 dias).
• Início da diferenciação celular para a formação do saco amniótico, saco vitelino, placenta e bebê.
• Comprimento aproximado de 2 milímetros.

De 4 a 8 semanas
• Desenvolvimento do embrião: formação do sistema nervoso central, coluna vertebral, pulmões, aparelho digestivo, fígado e rins, com separação das cavidades torácica e abdominal.
• Formação da cabeça, pescoço e membros, inclusive dedos das mãos e dos pés.
• Início da definição das narinas, lábios, língua e mandíbula.
• O coração começa os batimentos.
•Os olhos possuem retina e visão.
•Peso ao redor de 10 gramas e comprimento de 2,5 centímetros.

De 8 a 20 semanas
• Órgãos vitais formados e aparência humana definida: feições, nariz, ouvidos, genitais e dedos, inclusive impressões digitais.
• Todos os sistemas funcionando; nervos e músculos sincronizados.
• Bebê passa a ser conhecido como feto.
• Aparecimento do lanugo, cabelos, sobrancelhas, cílios e das unhas.
• Placenta e cordão umbilical em plena atividade de nutrição e excreção.
• Peso aproximado de 250 gramas e metade do comprimento ao nascer (ao redor de 25 centímetros).

De 20 a 32 semanas
• Diminui um pouco o ritmo de crescimento.
• Endurecimento do esqueleto.
• Início da formação de tecido adiposo sob uma pele recoberta por uma substância cremosa.
• Rosto inteiramente formado.
• Reação a ruídos externos.
• Cavidade uterina totalmente ocupada.
• Em caso de parto prematuro, ao final deste período, 70% de chance de sobrevivência, sob cuidados adequados.
• Peso próximo de 1.700 gramas (1,7 kg) e comprimento de 40 centímetros.

De 32 a 40 semanas
• Maturação final dos órgãos.
• Função pulmonar que possibilita respiração autônoma.
• Aumento do tecido adiposo e forma corporal definida.
• Queda da maior parte do lanugo.
• Peso cerca de 8 vezes maior do que ao redor do 3º mês.
• Movimentação mais espaçada e mais vigorosa.
• Crescimento aumentado das unhas.
• Peso em torno de 3 kg e comprimento de 50 centímetros.

Atividades sobre desenvolvimento fetal
  1. Quais são os nomes correspondentes a cada fase da divisão celular do ovo?
  2. Quanto tempo o ovo gasta para fixar no útero?
  3. Em quais semanas iniciam o processo de formação dos primeiros anexos embrionários?
  4. Quando o coração começa dar os primeiros batimentos?
  5. A partir de quando o embrião começa a enxergar? 
  6. Quando o embrião passa a ser reconhecido como feto?
  7. Quando o feto esta totalmente formado? Depois da formação porque o feto continua então na barriga da mulher?
  8. Quando se forma as impressões digitais?
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Processos fermentativos - Aulas em power point


A primeira mostra como ocorre os diversos processos fermentativos a partir de imagens e animações.


A segunda aula mostra o processo fermentativo de produção da cachaça, seus alunos vão adorar essa aula!


Os processos fermentativos

Os processos fermentativos ocorrem desde a antiguidade, porém naquela época não se tinha o conhecimento de como a uva se transformava em vinho, a cevada em cerveja e a farinha em pão. Bem mais tarde, estudiosos começaram a esclarecer o fenômeno que estava envolvido nestas transformações, a então denominada fermentação. Uma definição mais restrita, mas ainda muito utilizada é a de que a fermentação é o mecanismo anaeróbico (sem oxigênio) de produção de energia que não envolve a cadeia respiratória. Nos dias de hoje, esta definição tem sido mais ampliada pelo fato de alguns processos que são conduzidos utilizando-se o oxigênio e a cadeia respiratória, também serem classificados como processos fermentativos, citando como exemplo a produção de enzimas microbianas. Portanto, um novo conceito mais abrangente para fermentação consiste no processo que ocorre quando o microrganismo se reproduz, a partir de uma fonte apropriada de nutrientes, visando a obtenção de um bioproduto.
Os processos fermentativos têm uma grande importância em vários setores de interesse para a sociedade, seja na indústria química, farmacêutica e na agricultura, bem como na indústria de alimentos. Neste último setor, exemplos muito importantes são a produção de queijo, iogurte, manteiga, produtos de panificação, picles, carnes fermentadas, vinagres, enzimas, dentre outros. Um processo fermentativo geral pode ser resumido em quatro etapas cruciais, a saber:
1) o preparo do meio de fermentação cuja composição depende do produto que se deseja obter;
2) a fermentação que é a etapa na qual microrganismos como bactérias, leveduras e fungos filamentosos transformam a matéria-prima em produto;
3) tratamentos finais, que são os processos necessários para se obter o produto com a qualidade e a pureza necessárias para sua aplicação, e
4) tratamento dos resíduos gerados. O meio de fermentação precisa conter uma fonte de carbono, que pode ser um carboidrato, como cana-de-açúcar, frutas, leite, malte, melaço e lignocelulósicos, bem como óleos vegetais e álcoois. Dependendo do processo, o meio pode corresponder a até 70% do custo do produto final, portanto, quanto mais barato o meio, menor o custo do produto.
O processo de fermentação pode ser de dois tipos: a fermentação submersa (FS) e a fermentação em meio semissólido ou estado sólido (FMSS ou FES). A fermentação submersa ocorre em meio com presença de água livre e normalmente com substratos solúveis. Um exemplo clássico de meio para fermentação submersa é o caldo de cana-de-açúcar usado para produção de etanol.
A FMSS é definida como um processo fermentativo que ocorre na ausência ou quase ausência de água livre, onde o crescimento microbiano e a formação de produtos ocorrem na superfície de substratos sólidos. Nestes casos, a matéria-prima funciona como um suporte do microrganismo, dos substratos, do produto e da água adicionada para umedecer o suporte.
O uso da técnica de FMSS oferece distintas vantagens sobre a FS, dentre as quais: a simplicidade do meio, principalmente para países com abundância de biomassa e de resíduos agroindustriais, e o uso de reatores menores, proporcionando economia de espaço. Destaca-se, ainda, a possibilidade dos rendimentos serem maiores que os obtidos em FS, além da ausência de formação de espuma, menor demanda de energia e, especialmente, a facilidade de controle de contaminação proporcionada pela pouca quantidade de água no sistema.
A utilização da fermentação em meio semi-sólido privilegia a sustentabilidade ambiental que vem sendo prioridade das políticas de pesquisa agropecuária em quase todo o mundo e se baseia na utilização racional dos recursos naturais e de resíduos agrícolas e industriais, viabilizando a obtenção de produtos com custo mais reduzido.
Uma outra classificação para os processos fermentativos se refere ao modo de operação. Neste quesito, os processos podem ser: 1) batelada, no qual em um determinado momento o processo é interrompido para retirada de todo o produto e seu término; 2) batelada alimentada, no qual uma corrente de alimentação é adicionada ao biorreator, sem que efluente e células sejam removidos do sistema. Em um determinado momento o processo é interrompido e todo produto recuperado. Esta operação é recomendada para contornar/minimizar/evitar os clássicos fenômenos de inibição por substrato ou produto; 3) contínuo, durante todo o tempo deste modo de operação ocorre entrada de uma corrente de alimentação e saída de produto. A inexistência de tempos improdutivos leva o processo a permanecer muito mais tempo em atividade e, sendo maior também o volume total processado em um longo período de tempo, aumentando-se a produtividade do processo. O processo fermentativo pode ser realizado em diferentes escalas de produção, desde a bancada, passando por piloto até chegar na escala industrial, com volumes de trabalho que variam muito entre uma e outra escala. Os equipamentos utilizados para o processo, podem ser desde pequenos frascos cônicos com poucos mililitros de capacidade até biorreatores de hectolitros. Os biorreatores são equipamentos nos quais os processos ocorrem e que podem ser construídos com diferentes materiais dependendo do processo no qual ele será utilizado. Durante o processo fermentativo, vários fatores precisam ser monitorados e/ou controlados, a saber: físico (tempo, temperatura, atividade de água, pressão, velocidade de agitação e vazão de gases e líquidos), químicos (pH, acidez, sólidos solúveis e oxigênio dissolvido) e biológicos (medida de crescimento microbiano e medida de contaminação). Dependendo do processo, o produto pode ser encontrado dentro da célula (intracelular) ou fora dela (extracelular). Esta diferença modifica totalmente os tratamentos finais do produto, que visam sua recuperação. Para os intracelulares, há necessidade de rompimento da célula o que dificulta e onera o processo de recuperação/separação do produto.
 As operações envolvidas nos processos de recuperação do produto são: diferentes tipos de filtração, centrifugação, extração, destilação, cristalização, desidratação e até purificação por técnicas cromatográficas, dependendo da pureza requerida.
Apesar de se ter uma variedade enorme de produtos obtidos via processos fermentativos, os principais processos são: a obtenção de bebidas alcoólicas e etanol carburante obtidos via fermentação alcoólica, a obtenção de leites fermentados, queijos, picles, chucrute via fermentação láctica e vinagre e ácido acético via fermentação acética.

http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/tecnologia_de_alimentos/arvore/CONT000fid5sgif02wyiv80z4s4737dnfr3b.html Acessado em 19 abril de 2014.
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Fernanda Aires Guedes Ferreira

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